Sábado, 22 Agosto 2009

Novidade n.º 2: Agora somos todas Clube Futebol Benfica

Finalmente temos clube e é logo um histórico lisboeta e um histórico do futebol feminino português: o Clube Futebol Benfica.

Acompanhem-nos agora em
futebolbenficafeminino.blogspot.com

Sábado, 15 Agosto 2009

Novidade n.º 1: FPF reabre inscrições

A Federação Portuguesa de Futebol informa que estão oficialmente REABERTAS as inscrições de clubes femininos para a II Divisão Nacional. O prazo estende-se até dia 31 de Agosto.

Podem ver o comunicado oficial aqui.

Quando houver mais novidades… informaremos.

Terça-feira, 11 Agosto 2009

Ninguém avisou a FPF que o Odivelas e o Beira-Mar acabaram?!

Regresso ao trabalho
Terça-Feira , 11 Agosto 2009

A Seleccionadora Nacional, Mónica Jorge, chamou 21 atletas para o estágio de preparação de três dias que a Selecção Nacional Feminina “A” vai realizar, entre os dias 16 e 19 de Agosto, no Estádio Nacional, numa lista que junta muitas jovens promessas do futebol feminino português a futebolistas mais experientes. Este será o arranque da Equipa das Quinas na presente época e que marca, paralelamente, o início da preparação da nossa Selecção para a exigente fase de apuramento para os jogos do Grupo 7 de apuramento para o Campeonato do Mundo Alemanha-2011, que tem o início marcado para o próximo dia 23 de Setembro, em Itália.

Eis a lista de convocadas:
A.R.C. Várzea: Paula Cristina;
Beira-Mar A.C. Almada: Filipa Silva;
Clube Albergaria:
Juliana Guedes e Mary Bento;
C.D. Feirense: Liliana Ramos;
C.P. Martim: Carole Costa e Joana Carvalho;
Escola F.C.: Francisca Martins;
Escola Fut. Fem. Setúbal: Jamila Marreiros;
Fundação D.Laura Santos: Sílvia Rebelo;
Odivelas F.C.: Elsa Ventura e Susana Dias;
S.C. Leixões: Kikas;
S.U. 1.º Dezembro: Ana Valinho, Carla Couto, Carolina Mendes, Filipa Galvão, Inês Borges e Telma Xavier;
U.D. Oliveirense: Paula Silva e Sara Santos.

Programa do estágio: 16 Agosto 2009 (domingo) 15h00 – Concentração no Amazónia Jamor Hotel 17h00 – Treino (Estádio Nacional) 17 Agosto 2009 (segunda-feira) 10h15 – Treino (Estádio Nacional) 18h00 – Jogo-treino com Iniciados do Real S.C. Massamá (Estádio Nacional) 18 Agosto 2009 (terça-feira) 10h15 – Treino (Estádio Nacional) 18h00 – Jogo-treino com Juvenis de 1º ano do Beira-Mar A.C. Almada (Estádio Nacional) 19 Agosto 2009 (quarta-feira) 10h15 – Treino (Estádio Nacional) – Dispensa após o treino

FPF.pt

Parabéns, Elsa e Susana!

Segunda-feira, 3 Agosto 2009

Novidades

Ainda não há, mas, se houver, serão os primeiros (vá, os segundos) a saber.

Obrigada por todas as manifestações de solidariedade que recebemos, aqui e no email e pessoalmente. Obrigada mesmo. São vocês que nos dão vontade de continuar.

Sexta-feira, 31 Julho 2009

Esclarecimento da Federação Portuguesa de Futebol (e da capitã do Odivelas FC)

«Exma. Senhora,

 

Porque sou um dos intervenientes referidos no artigo “Crónica de uma morte anunciada ou, por outras palavras, a história de como o Odivelas Feminino Acabou”, e de forma a repor a verdade dos factos, esclareço que, da conversa tida com as duas jogadores da equipa de futebol  feminino do Odivelas, esclareci  que após a comunicação da desistência do Odivelas a FPF já tinha em marcha o processo de subsituação, tendo, naquela data, saído o convite para a equipa da Caso do Povo de Martim, via Associação de Futebol de Braga.

 

Assim, o fax para a AF Braga saiu da FPF no dia 28.07.2009 e a reposta da AF Braga chegou formalmente no dia 29.07.2009. Veja-se que, quando as duas jogadoras do Odivelas falaram comigo, na tarde do dia 28.07.09, já o convite formal tinha saído para a AF Braga.

 

Em face do exposto solicito a V. Exa. que proceda à publicação do esclarecimento que segue,  na certeza de que eu e os Serviços da  FPF procurámos elucidar e encontrar as melhores soluções para as questões que foram colocadas pelas jogadores do Odivelas, num espírito de total cooperação.»

 

João Leal 

FPF - Director Deptº Jurídico

-
«Exmo. Sr João Leal,

Em resposta ao seu esclarecimento ao artigo “Crónica de uma morte anunciada ou, por outras palavras, a história de como o Odivelas Feminino Acabou” gostaria de acrescentar um detalhe, tendo em conta que, em nome do plantel agora extinto do Odivelas Futebol Clube, fui uma das atletas que se deslocou à Federação Portuguesa de Futebol no dia 28 de Julho, e que falou consigo pessoalmente.

Realmente não posso mostrar datas relativas aos faxes que foram enviados através da Associação de Futebol de Braga – apesar de termos recebido a informação, através de uma pessoa da Casa do Povo de Martim, de que esta equipa apenas tinha recebido o convite para ingressar na I Divisão no dia 29 de Julho.

Mas mesmo que o convite tenha sido enviado no dia 28 de Julho, gostaria de sublinhar que o Sr. João Leal me disse, nesse mesmo dia – 28 de Julho -, que a equipa Casa do Povo de Martim já tinha recebido o convite e já tinha decidido ingressar na I Divisão Nacional. Ou seja, mesmo que a Federação Portuguesa de Futebol ponderasse congelar o processo, apesar de o convite já ter sido feito, tal não seria possível, tendo em conta que a Casa do Povo de Martim já tinha efectivamente decidido aceitá-lo; caso houvesse alterações do processo por essa altura, poderia haver problemas com este Clube, pois este poderia argumentar que caso o convite fosse anulado haveria custos extraordinários que seriam incomportáveis.

Como nos foi dito que a Casa do Povo de Martim só comunicou à Associação de Futebol de Braga a sua vontade aceitar o convite no dia 29 de Julho, parece-me que houve aqui uma confusão na informação que nos foi dada.

Tendo em conta a situação crítica em que se encontrava a equipa de futebol feminino do Odivelas Futebol Clube, e o risco que todas as atletas correm de não poderem competir para o ano, trata-se de uma situação delicada, que gerou um enorme desconforto entre o plantel, e que não deveria acontecer de todo. Sob pena de o Futebol Feminino em Portugal nunca passar para um patamar superior, equiparável ao futebol já praticado no resto da Europa. Porque neste caso, a Federação Portuguesa de Futebol, entidade que deveria proteger todos os atletas nela inscritos, não mostrou o trabalho que se espera de um organismo com a sua dimensão.

Sem mais por agora,

Sofia Carvalho
Capitã da equipa de futebol feminino do Odivelas FC

Quinta-feira, 30 Julho 2009

Crónica de uma morte não anunciada ou, por outras palavras, a história de como o Odivelas feminino ACABOU

Por onde começar? Talvez pelo fim. No dia em que a equipa de futebol feminino do Odivelas Futebol Clube acabou, as jogadoras, treinadores e directores sabiam tanto sobre o assunto como o Presidente da República.

É mais que conhecido – e já o tínhamos referido aqui várias vezes – que o Odivelas atravessa um processo de insolvência, fruto de dívidas acumuladas ao longo de vários anos e de dinheiro esquivo, daquele que desaparece mas ninguém sabe muito bem para onde. Pois então que, há uns meses, por ordem do tribunal, foi nomeado um administrador da insolvência que, por sua vez, recebeu o apoio de uma comissão de trabalho liderada por Luís Baptista, director da SAD do Odivelas.

Numa reunião que teve lugar no final de Junho, o administrador e a comissão informaram as várias modalidades do clube (exceptuando as do futebol masculino) que estas seriam encerradas, a não ser que (no caso do futebol feminino) apresentassem uma garantia bancária de 22 mil euros, que asseguraria ao banco que as despesas da época teriam cobertura. Ora o director do futebol feminino do Odivelas, José Carvalhais – que também era vice-presidente do clube -, fez questão de assinalar entre os seus pares que o futebol feminino não acabaria, nem que ele tivesse de pagar as despesas do seu bolso.

O gesto, ainda que bonito, de pouco valeu, visto que, a última vez que vi, as convicções ainda não pagam dívidas. Nas semanas seguintes, no entanto, talvez descansado pela prova de força que teria demonstrado nessa reunião, José Carvalhais ignorou (ou não recebeu, consoante as versões) os repetidos avisos para a apresentação da garantia bancária e foi, inclusive, de férias. Por esta altura, ainda jogadoras e técnicos do Odivelas dormiam descansados, sonhando com a disputa da I Divisão que ainda estaria para vir em Setembro.

À falta de respostas de José Carvalhais, a comissão e o administrador do Odivelas não estiveram com meias medidas e replicaram com um acto impiedoso: enviaram um fax à Federação Portuguesa de Futebol a informar a entidade da desistência da equipa de futebol feminino do Odivelas. Estima-se que, àquelas horas, as jogadoras e técnicos do Odivelas estivessem na praia a gozar o Verão ou então a sonhar com a época que se avizinhava. Uma dessas. Tomada esta acção drástica, estava terminado o futebol feminino do Odivelas Futebol Clube, campeão da II Divisão Nacional na época anterior.

Alguns dias depois, mais coisa menos coisa, começaram a chegar rumores (mas de fora do Odivelas, atenção) a técnicos e jogadoras informando-os do seu destino trágico. Incrédulos, todos começaram a tentar confirmar o feito. E confirmaram-no. E ficaram incrédulos novamente. Ligaram a José Carvalhais, que balbuciou meia dúzia de tretas, sem tirar nem pôr. Ligaram a Luís Baptista, que lhes explicou que a comissão não tinha tido escolha perante a imperturbabilidade de José Carvalhais, mas que se as jogadoras e técnicos ainda conseguissem arranjar uma garantia bancária de 22 mil euros (que, mais tarde, se viria a transformar num adiantamento de “apenas” 10 mil euros, podendo o restante montante ser pago na segunda metade da época), a comissão teria muito gosto em voltar a informar a Federação da não-desistência do Odivelas.

No entanto, a FPF, pouco ralada com cogitações odivelescas (quiçá mais preocupada com os 2.5 milhões de euros que o presidente Gilberto Madaíl enterrou em negócios pouco claros ou talvez com a previsível não-qualificação da selecção AA para o campeonato do mundo ou ainda com os quatro-anos-quatro com que vão ter de levar com o Carlos Queirós), pegou na “vaga” deixada pelo Odivelas e ofereceu-a de bandeja à Casa Povo Martim, que na época passada não se conseguiu qualificar para a I Divisão, ficando em último lugar. Não se fazendo rogado, naturalmente, o clube de Barcelos apressou-se a aceitar tão generosa oferta, não se fosse dar o caso de estarem a sonhar e serem beliscados e acordarem.

Pelo menos foi isso que a FPF, no caso representada pelo sr. João Leal (do departamento jurídico), disse às jogadoras do Odivelas que se deslocaram à sede procurando resolver este imbróglio. No entanto, João Leal mentiu – vou repetir – mentiu descaradamente ao dizer aquilo, visto que o ofício da FPF, enviado por fax à Associação de Futebol de Braga, a informar que o Odivelas iria acabar e a vaga passaria para o Casa Povo Martim, apenas chegou ao clube no dia SEGUINTE à conversa em questão e, ainda para mais, a data constante no papel era desse dia seguinte, não havendo qualquer hipótese, portanto, do Casa Povo Martim ter aceite a vaga do Odivelas antes da tal conversa com o sr. João Leal. E porque mentiu João Leal, perguntam vós? Pois, realmente não sabemos. Não é coisa que beneficie ninguém, portanto… terá sido uma atitude de “deixa-me cá não me chatear mais com esta me… coisa?” Se calhar.

Entretanto, as valentes… valentes quê?-teimosas-persistentes-ou apenas idiotas jogadoras do Odivelas já tinham tentado obter, em meia dúzia de dias, pelo menos 10 mil euros para continuarem a jogar futebol no seu clube. Bateram à porta de Fernando Piedade (Classemaq), patrocinador que na época passada as tinha ajudado, e de Arnaldo Dias, conhecido empresário de Odivelas que, em tempos, também já havia patrocinado a equipa. Manifestações de boa vontade foram a rodos, mas todos sabemos que de boas intenções está o inferno cheio, ou seja, dinheiro nem cheirá-lo, quanto mais vê-lo.

Perante a falta de soluções financeiras, equacionaram-se também outras medidas. Criar uma nova equipa, noutro clube, e “ceder” os direitos de participação do Odivelas ao dito clube, para que jogássemos onde merecemos: na I Divisão Nacional. Houve conversações com equipas interessadas mas, infelizmente, os contactos exploratórios com a FPF mataram-nos a ilusão, visto que os responsáveis federativos apenas concedem que as cedências de direitos existam no futsal.

Por fim, chegou-se ao pior mas, também, mais provável: a criação de uma nova equipa que começaria… na II Divisão. Ou seja, fazer tudo outra vez (giro, não é?). Falou-se com as equipas X e Y, mas havia outro problema: as inscrições de equipas para a II Divisão fecham esta semana, precisamente a 31 de Julho. Quer dizer, isto se acreditarmos na FPF, visto que as inscrições se processam na Associação de Futebol de Lisboa e, lá, dizem que as inscrições só terminam a 4 de Agosto. Voltar a confirmar esta informação na FPF é mais difícil do que encontrar uma agulha num palheiro, visto que a pessoa A tanto diz que “o prazo é 31 de Julho” como a pessoa B diz “quem decide esse tipo de situações é a associação na qual se vão inscrever, falem com eles.” Este jogo de ping-pong é giro e dá vontade de rir, mas não é muito útil a quem quer ser bem informado.

Sem apoios, sem interesse e sem equipa, as (ex) jogadoras e (ex) técnicos do Odivelas renderam-se à sua condição trágica de novos desempregados e deram por terminada a sua participação no futebol feminino português em 2009/2010, quando a mesma ainda nem se tinha iniciado. Para já, sem clube, nem na I nem na II nem em lado nenhum.

Estão assim fora do futebol feminino português 25 jogadoras cheias de potencial e três técnicos (Helena Costa, Edgar Cardoso e Tiago Viegas) que vão granjeando fãs pelo seu trabalho nas escolas de formação do S. L. Benfica e que formaram em 2008/2009 uma equipa que foi campeã nacional da II Divisão e teve o inimitável feito de bater o crónico campeão (há 8 anos) 1.º Dezembro na Taça de Portugal. E são estas as memórias vãs, e ao mesmo tempo promissoras, que ficarão de uma equipa que, admita-se sem pejo nem falsas modéstias, veio animar o mundo do futebol feminino português, para o bem ou para o mal.

A crónica de uma morte nunca poderá deixar de ser triste, mas que seja, pelo menos, didáctica a quem por aqui anda. Já não é a primeira vez, nem será certamente a última, que uma equipa de futebol feminino portuguesa acaba. E depois, como querem que as nossas jogadoras não vão para Espanha, EUA ou Islândia? Como querem ter uma selecção que se qualifique para alguma coisa? Como querem que o futebol feminino cresça? Como querem seja o que for? A resposta é simples: não querem, ou, quiçá como sucedeu com José Carvalhais e João Leal, pouco se importam com coisas que dêem trabalho. No fundo, julgo que o problema é todo esse: ninguém se dá ao trabalho, ninguém quer saber, ninguém se interessa, ninguém se esforça, ninguém nada. E, no meio disto tudo, onde estão os nossos seleccionadores? Não tem nada a dizer? Um comunicado? Uma palavra que seja? Um ombro para chorar?

Não esperamos que compreendam, mas tentem imaginar, tentar sentir na pele o que é trabalhar durante um ano, a sangue e suor, para conquistar algo, depois conseguir fazê-lo, depois festejá-lo e depois… vê-lo ser-nos tirado assim, sem mais nem menos. Frustradas, impotentes, desiludidas, desmotivadas e tristes, é assim que ficamos.

Com muita pena, é isto o fim. A pequena contribuição mediática deste blogue termina também hoje, aqui e agora, tal como todos os projectos que entretanto havíamos iniciado. Obrigada a todos os que contribuíram para as quase 150 mil visitas que tivemos, obrigada aos que ajudaram a formar os 1391 comentários e obrigada pelas 17 mil visualizações dos nossos 43 vídeos no Youtube. O resto fica como herança de algo que não chegou a ser. Aos companheiros de blogues, CPM, Cadima e 1.º Dezembro, continuem com o vosso esforço e vão publicitando o futebol feminino tão bem como têm feito. Às equipas que continuarão com esta saga de carolas, um bem-haja e façam bom proveito da época. E nunca se esqueçam de olhar sempre por cima do ombro, porque hoje em dia… não se pode confiar em ninguém.

Às jogadoras do Odivelas, orgulhem-se de tudo o que atingiram com muito esforço e dedicação. À equipa técnica e, especificamente, à melhor treinadora com quem já tive o imenso prazer de trabalhar (e aprender), a melhor sorte do mundo para todos projectos e esperemos voltar a cruzar-nos.

Até qualquer dia.

Mariana Cabral

Quinta-feira, 30 Julho 2009

1.º Dezembro dá 10-0 a maltesas

1.º Dezembro – Birkirkara: Minuto a Minuto

Minuto a minuto

Começa o jogo.
2 Helga Portugal (1° Dezembro) faz falta.
2 Tânia Pinto (1° Dezembro) remata à baliza.
6 Farrugia (Birkirkara) faz falta.
6 O árbitro mostra o cartão amarelo a Farrugia (Birkirkara).
7 Tânia Pinto (1° Dezembro) remata à baliza.
8 Agius Pace (Birkirkara) faz falta.
15 Canto apontado por Carla Couto (1° Dezembro).
17 (1 – 0) Golo de Carla Couto (1° Dezembro)!
18 (2 – 0) Golo de Fernandes (1° Dezembro)!
20 Fenech (Birkirkara) faz falta.
20 Dolores Silva (1° Dezembro) faz falta.
20 Pereira Matias (1° Dezembro) converte o livre.
22 Fernandes (1° Dezembro) remata à baliza.
22 Carla Couto (1° Dezembro) faz falta.
24 Carla Couto (1° Dezembro) faz falta.
26 (3 – 0) Golo de Fernandes (1° Dezembro)!
30 Fernandes (1° Dezembro) remata à baliza.
30 Cartão amarelo para Fenech (Birkirkara).
32 Fernandes (1° Dezembro) remata à baliza.
34 Pereira Matias (1° Dezembro) marca o canto.
35 Carla Couto (1° Dezembro) converte o livre.
35 Parris (Birkirkara) faz falta.
35 Andreia Silvia (1° Dezembro) remata à baliza.
37 Filipa Patão (1° Dezembro) faz falta.
38 Canto apontado por Agliano (Birkirkara).
39 (4 – 0) Golo de Dolores Silva (1° Dezembro)!
42 Cuschieri (Birkirkara) faz falta.
42 Helga Portugal (1° Dezembro) remata à baliza.
43 Andreia Silvia (1° Dezembro) remata à baliza.
O árbitro apita para o intervalo.
Começa a segunda parte.
46 Telma Xavier (entra) – Carla Cristina (sai) (1° Dezembro)
47 Pereira Matias (1° Dezembro) marca o canto.
48 Inês Borges (1° Dezembro) remata à baliza.
48 Dolores Silva (1° Dezembro) faz falta.
50 Fernandes (1° Dezembro) remata à baliza.
50 Carla Couto (1° Dezembro) faz falta.
50 Carla Couto (1° Dezembro) vê o cartão amarelo.
54 Fernandes (1° Dezembro) remata à baliza.
54 Helga Portugal (1° Dezembro) remata à baliza.
54 (5 – 0) Golo de Andreia Silvia (1° Dezembro)!
57 Fernandes (1° Dezembro) é apanhado em fora-de-jogo
57 Filipa Galvão (entra) – Helga Portugal (sai) (1° Dezembro)
57 Filipa Francisco (entra) – Fernandes (sai) (1° Dezembro)
59 O árbitro diz que Andreia Silvia (1° Dezembro) estava fora-de-jogo.
60 Cuschieri (Birkirkara) faz falta.
61 Canto apontado por Filipa Galvão (1° Dezembro).
61 (6 – 0) Golo de Tânia Pinto (1° Dezembro)!
64 (7 – 0) Golo de Pereira Matias (1° Dezembro)!
66 Cardona (Birkirkara) faz falta.
66 Carla Couto (1° Dezembro) converte o livre.
68 Tânia Pinto (1° Dezembro) remata à baliza.
68 Tânia Pinto (1° Dezembro) remata à baliza.
69 Schenbri (entra) – Agius Pace (sai) (Birkirkara)
69 (8 – 0) Golo de Filipa Galvão (1° Dezembro)!
71 Tânia Pinto (1° Dezembro) faz falta.
71 Dimech (entra) – Zahra (sai) (Birkirkara)
73 Dolores Silva (1° Dezembro) remata à baliza.
74 Filipa Galvão (1° Dezembro) remata à baliza.
79 Carla Couto (1° Dezembro) remata à baliza.
80 Pereira Matias (1° Dezembro) remata à baliza.
82 Pereira Matias (1° Dezembro) remata à baliza.
82 Agliano (Birkirkara) remata à baliza.
83 Andreia Silvia (1° Dezembro) remata à baliza.
87 Cardona (Birkirkara) faz falta.
87 (9 – 0) Golo de Dolores Silva (1° Dezembro)!
89 Dolores Silva (1° Dezembro) remata à baliza.
90 Tânia Pinto (1° Dezembro) remata à baliza.
90 Tânia Pinto (1° Dezembro) faz falta.
90+2 (10 – 0) Fenech (Birkirkara) marca um auto-golo!
O árbitro apita para o final do jogo.

Quinta-feira, 30 Julho 2009

1.º Dezembro estreia-se hoje

O 1.º Dezembro estreia-se hoje na Liga dos Campeões feminina perante o Birkirkara, equipa de Malta, às 14 horas portuguesas. Este será o primeiro jogo do grupo C, que também conta com o Cardiff (País de Gales) e Brondby (Dinamarca).

Estaremos cá a torcer pela equipa portuguesa e esperamos que tenham melhor sorte que o Sporting, ontem…

Quarta-feira, 29 Julho 2009

1.º Dezembro já está na Dinamarca para disputar Liga dos Campeões

O 1.º Dezembro partiu hoje à tarde para Dinamarca, onde vai disputar a fase de qualificação da Liga dos Campeões feminina. A equipa de Sintra terá como adversárias o Cardiff, do País de Gales, o Birkirkara, de Malta, e o Brondby, equipa da casa e o mais forte adversário desta fase.

O treinador do 1.º Dezembro, Nuno Cristovão, e a capitã Carla Cristina falaram com o Odivelas.wordpress.com sobre as aspirações que levam na bagagem. Por cá, ficamos a torcer pelo 1.º Dezembro e esperamos que consigam atingir o feito histórico de ultrapassar esta fase.

Terça-feira, 28 Julho 2009

Escola FC (I Divisão) cria escola de formação

As inscrições para a Escola de Molelinhos já estão abertas

As inscrições para a Escola de Molelinhos já estão abertas

Molelinhos cria Escola de Formação de Futebol Feminino

Como forma de dar resposta à falta de uma escola de futebol feminino na Região de Viseu e também de preparar novas atletas para virem a integrar a sua equipa sénior, decidiu o Escola Futebol Clube de Molelinhos, (que conta com a única equipa federada de futebol feminino no Distrito de Viseu, actualmente a participar no campeonato da 1.ª Divisão Nacional e detentora da Taça de Portugal época 2008-2009), criar uma escola de formação.

Neste contexto estão já abertas as inscrições para as jovens, motivadas para a prática do Futebol Feminino.

Esta escola, orientada pelas Técnicas Francisca Martins e Tânia Almeida, vai funcionar numa 1.ª fase com um escalão de infantis (8 aos 12 anos) e com um escalão Sub 18 (13 aos 17 anos).

É assegurado o transporte de Viseu para Molelinhos nos dias de funcionamento da escola.

Para mais informações as interessadas poderão contactar as Técnicas responsáveis através dos Telem. 96 444 48 93; 96 114 22 39.

Fonte: viseu

Segunda-feira, 27 Julho 2009

Vídeos: Amélia Pereira (Odivelas)

more about “Amélia Pereira (Odivelas) #20 on Vimeo“, posted with vodpod

Aqui fica uma pequena homenagem à número 20 do Odivelas, Amélia Pereira, também conhecida como Di Maria. O vídeo ficou (não sei como) com 40 minutos, mas na realidade só tem 14 minutos. Mistérios…

Segunda-feira, 27 Julho 2009

Inglaterra campeã da Europa sub-19

As inglesas festejaram o triunfo perante a Suécia

As inglesas festejaram o triunfo perante a Suécia

Europeu Feminino Sub-19: Inglaterra sagra-se campeã

Sábado , 25 Julho 2009

Dois golos em quatro minutos da primeira parte, da autoria de Toni Duggan e Jordan Nobbs, valeram à Inglaterra a conquista do seu primeiro título de campeã da Europa Feminina de Sub-19, vincando mais uma vez a sua superioridade sobre a Suécia.

Triunfo repetido
A Suécia apresentou apenas seis jogadoras que haviam alinhado na derrota por 3-0 diante da Inglaterra no jogo inaugural da fase de grupos, mas, 12 dias mais tarde, em Borisov, o desfecho acabou por ser semelhante. Se o primeiro golo da partida, aos 33 minutos, apontado por Duggan, nasceu de uma excelente jogada colectiva, o segundo pertenceu por inteiro a Nobbs, com uma brilhante iniciativa individual em que aproveitou um erro contrário para disparar certeiro a mais de 35 metros da baliza. Foi o lance que marcou em definitivo o jogo. A Suécia melhorou após o intervalo, mas nunca pareceu verdadeiramente capaz de travar aquela que é, agora, uma série de nove jogos consecutivos sem sofrer golos das inglesas – as campeãs de 2009.

Serenidade de Hinnigan
O jogo começou com alguns nervos de parte a parte e com ambas as equipas a procurarem ultrapassar esse nervosismo inicial – entre as duas, apenas se contabilizava um título, conquistado pela Suécia em 1999, quando a competição era ainda de Sub-18. Com a capitã Michelle Hinnigan a mostrar-se mais serena, a Inglaterra foi a primeira a assentar o seu jogo e foi precisamente a “camisola 10″ da selecção britânica a primeira a criar uma situação de golo, ao servir Isobel Christiansen, que viu Hilda Carlén defender bem o seu remate. A guardiã sueca, contudo, esteve menos bem no pontapé de canto que se seguiu, não conseguindo interceptar a bola cruzada por Hinnigan e permitindo que esta chegasse a Gilly Flaherty no segundo poste; apenas a intervenção de Josefine Alfsson sobre a linha de golo evitou que a Inglaterra ganhasse vantagem.

Ingalterra ganha vantagem
O lance despertou os 4,500 adeptos presentes no Estádio Gorodskoi, que aos 33 minutos tiveram oportunidade de festejar o primeiro golo da partida, quando Duggan apontou o seu quarto golo na competição. Na origem do lance esteve, mais uma vez, Hinnigan, que combinou bem com Flaherty, Christiansen e Jade Moore antes de a bola chegar até Duggan, no segundo poste, para o toque final. Depois de ter estado a perder nos três últimos jogos do torneio antes de ter conseguido dar a volta ao marcador, ver-se em desvantagem diante da Inglaterra não deveria ser algo de muito perturbador para a Suécia, mas estar a perder por 2-0 era outra questão. Carlén ainda evitou de forma espectacular que Hinnigan fizesse o segundo golo da Inglaterra dois minutos depois do primeiro, mas nada pôde fazer para travar o extraordinário pontapé de Nobbs instantes mais tarde.

Jakobsson muito marcada
A Suécia mostrou-se abalada. Calle Barrling procurou dar mais apoio a Sofia Jakobsson após o intervalo, fazendo entrar Jenny Hjohlman, mas a ponta-de-lança – melhor marcadora da prova e que havia apontado um “hat-trick” nas meias-finais – continuou muito desamparada e sem razões para sorrir. Lucia Bronze e Kerys Harrop nunca lhe concederam o espaço necessário e acabou mesmo por ser a Inglaterra a estar perto do terceiro golo. Mais uma vez, Carlén mostrou ser capaz do melhor e do pior, primeiro possibilitando que um remate de Duggan lhe passasse entre o corpo e quase entrasse para o fundo das redes antes de, a 15 minutos do final, negar o golo a Moore num remate efectuado já a curta distância do alvo. De pouco valeu, contudo, e dois anos depois da dolorosa derrota na final diante da Alemanha, a Inglaterra acabou por experimentar o doce sabor da conquista do seu primeiro título.

Fonte: fpf logo

Domingo, 26 Julho 2009

Ana Almeida, ex-jogadora e agente FIFA

Ana Almeida: Simples “part-time” mudou-lhe a vida


00h46m

R. M. M.

Quando trabalhava na Junta de Freguesia da Madalena, em Lisboa, e procurou um “part-time”, Ana Almeida estava longe de pensar que lhe ia mudar a vida. Ex-jogadora do Futebol Benfica e do 1.º Dezembro, entre outros, aceitou colaborar com um empresário e entrou no mundo do futebol sem querer. Contudo, o dito empresário não tinha licença e Ana Almeida viu aí a grande oportunidade. Já nem queria saber do sonho de ser médica. Queria mesmo a bola. “Nunca pensei agenciar jogadores”. Em 2003, tornou-se na primeira mulher agente FIFA do país, a segunda empresária encartada pela FIFA no Mundo. Aprendeu leis e regulamentos. Mas nunca se sentiu discriminada. “Ao início, foi uma surpresa. Quando marcava reuniões, os dirigentes estranhavam. Mas nunca fui mal recebida”.

A empresária devora futebol. Quando não é ao vivo, é na televisão. Confessa que é “o que mais gosta”, sobretudo na formação. Mangualde e Hugo Machado, na altura juniores do Sporting, foram dos primeiros. Nani foi o mais conhecido. E foi o actual jogador do Manchester United que levou Ana Almeida e Jorge Mendes à Justiça, depois de o médio assinar pela Gestifute. “O caso está no Supremo Tribunal de Justiça”, adianta a empresária, que, entretanto, perdeu o contacto com Nani.

Ana Almeida faz dos jovens uma prioridade e critica “a falta de paciência” de alguns colegas para a formação. Tem em carteira “entre 15 e 20 jogadores”, entre Portugal, Alemanha, Grécia e Chipre. É defensora do produto nacional. “Estamos a ficar um Brasil, um país exportador. Estamos com cada vez mais estrangeiros, sem qualidade, ao invés dos portugueses”, critica a agente FIFA, que sugere “um limite de estrangeiros na formação, para proteger o jogador português”.

Como qualquer empresário que se preze, não larga o telemóvel. E nem os cinco colaboradores que a ajudam a fazem trabalhar menos. “Em períodos de mercado, chego a gastar dois mil euros em telemóvel por mês”, adianta. Nem conta o número de chamadas. Descanso é algo que não existe: “Às duas, três da manhã, ligam-me do Brasil. Não há hora para deitar. Férias? Só em Setembro”. Mas convive bem com a falta de sono: “Gosto do que faço”.

Fonte: jn

Sábado, 25 Julho 2009

1.º Dezembro no Correio da Manhã

Jogadoras do 1.º Dezembro

Jogadoras do 1.º Dezembro

Futebol Feminino na Champions

(25/07/2009)

As campeãs do Campeonato Nacional de Futebol Feminino vão disputar pelo oitavo ano consecutivo a Liga dos Campeões Feminina (UEFA), que começa quinta-feira.

Na eliminatória inaugural, a decorrer em Copenhaga (Dinamarca), o 1º de Dezembro irá defrontar o Birkirkara de Malta, o Cardiff City Ladies do País de Gales e o anfitrião Brondby. Caso as jogadoras passem esta eliminatória, será feita história, pois seria a primeira vez em que conseguiriam o apuramento para os 18 avos-de-final (com eliminatórias a duas mãos), da Liga dos Campeões Feminina.

“Elas têm de abdicar do seu tempo pessoal, pois todas trabalham ou estudam e  depois disso ainda têm de vir treinar”, desabafa Nuno Cristóvão, técnico do clube e ex-seleccionador nacional de futebol feminino (2000/01), sobre a coragem das suas pupilas na luta contra o preconceito e a conciliação de uma vida familiar com o desporto.

Sem qualquer tipo de remuneração –  apenas uma ajuda de custo para os transportes –, as atletas continuam o seu sonho no futebol. “O que fazemos é por puro amor à camisola”, diz Carla Couto, uma das principais  figuras do plantel.

O futebol feminino do 1º de Dezembro  sobrevive com apoios particulares, mas que não chegam face às despesas .

Além da falta de apoios, o futebol feminino debate–se com o preconceito e uma das soluções passa pela criação de escolas de  formação nos três ‘grandes’…

CARLA COUTO É A MAIS INTERNACIONAL

Carla Couto, de 35 anos, já conta com 115 internacionalizações no seu currículo, e segundo a Federação Portuguesa de Futebol qualquer jogador que atinja a marca cem em selecções A pode ser embaixador da equipa nacional. Carla  é a única jogadora a atingir essa meta, mas ainda não viu ser oficializado o merecido estatuto. Além de jogadora, Carla é auxiliar da acção educativa e colabora na Junta de Freguesia de Stª Maria dos Olivais, na secção de Desporto.

“MULHERES JOGAM PARA GANHAR”: Nuno Cristóvão, treinador do 1.º Dezembro

Correio Sport – Qual a principal diferença entre futebol masculino e feminino?

Nuno Cristóvão – A nível técnico e táctico não há grandes diferenças. O futebol é um só. Mas a verdade é que as mulheres jogam para ganhar e os homens para não perder.

– Quais as expectativas do clube para a Liga dos Campeões?

– Nós vamos jogar para o apuramento. Sabemos que vai ser difícil, em especial o jogo com o Brondby, mas estou convicto na vitória.

– Qual é a arma secreta para ganhar?

– O espírito de equipa e a vontade e ambição das jogadoras.

– Como está o panorama internacional do futebol feminino?

– Lá fora os clubes estão muito mais desenvolvidos devido aos apoios que têm. As selecções nacionais mais fortes são a dos Estados Unidos e a da Alemanha (grande dominadora a nível europeu).

Patrícia Oliveira

Fonte: correio da manha

Sábado, 25 Julho 2009

Amélia Pereira (Odivelas) transfere-se para os Red Hawks (EUA)

Amélia Pereira era a número 20 na camisola e a número 10 no campo

Amélia Pereira era a número 20 na camisola e a número 10 no campo

Amélia Pereira vai jogar  na equipa norte-americana dos Red Hawks na próxima época. Mais do que uma transferência, esta será uma mudança de grandes dimensões na vida da internacional sub-19 portuguesa, visto que Amélia não vai apenas jogar, mas também frequentar uma faculdade norte-americana.

Os Red Hawks são uma equipa do Tennessee, estado onde a antiga jogadora do Odivelas vai habitar. No final da primeira época, porém, Amélia mudar-se-á para os Hartford Hawks, por questões académicas. As duas equipas são, no entanto, “associadas”, digamos assim, portanto a mudança não será significativa.

Nós por cá desejamos toda a sorte do mundo a Amélia e, mais do que tristes por perdermos uma grande jogadora, ficamos tristes por perdermos a presença de uma grande, grande amiga. Esperamos, no entanto, vê-la várias vezes, seja em visitas, seja em (esperamos) idas à selecção. Boa sorte, Amélia!

Sábado, 25 Julho 2009

Sofia Vieira será o 9 do Atlético de Madrid

Sofia Vieira é internacional AA portuguesa

Sofia Vieira é internacional AA portuguesa

Sofia Vieira é a nova camisola nove do futebol de onze feminino do Atlético de Madrid, o mesmo número que Cristiano Ronaldo vai utilizar no rival Real. Foi apresentada no Estádio Vicente Calderon e apesar de ser o seu baptismo no futebol de onze acredita que vai ter sucesso.

Sofia Vieira nasceu em Rio Maior no seio de uma família em que os rapazes estavam em franca maioria. Cresceu a jogar futebol com o irmão David. “O meu irmão quatro anos mais velho do que eu ditava as regras em Rio Maior, queria jogar à bola e eu tinha que jogar com ele. Foi assim que cresci a jogar futebol”, conta.

“Rio Maior é a minha casa. Nasci aqui no dia 30 de Julho de 1987. Fiz todo o meu trajecto escolar aqui nestas escolas. Aprendi a jogar futebol com o meu irmão e os meus primos. Era a única mulher do grupo. Em casa tinha que jogar com o meu irmão. Quando íamos para a aldeia dos meus avós, Ribeira de Santo André, na freguesia da Asseiceira, a coisa refinava ainda mais. Juntávamo-nos aos meus primos, e eu a única mulher, para não ficar de fora nas brincadeiras tinha que jogar futebol”, diz Sofia Vieira de forma irreverente.

A agora número nove do Atlético de Madrid passou assim a ser uma fã do futebol. “Ainda hoje a minha mãe diz que eu dava pontapés em tudo o que mexia”. As bonecas não lhe passaram ao lado, “mas estão todas guardadinhas dentro das caixas lá no quarto, estão todas novas, ofereciam-mas, abria as caixas observava-as e guardava-as bem guardadas e nunca mais lhes tocava”, garantindo que o futebol foi sempre a sua grande paixão e que nunca se sentiu descriminada por isso.

Contudo a história de Sofia Vieira é no mínimo curiosa. A própria o confirma. Sempre jogou futebol de sete ou futsal nos clubes por onde passou. “Comecei a jogar futsal quando o presidente da Junta de Freguesia da Asseiceira resolveu formar uma equipa de raparigas e ia connosco para todos os torneios aqui na região, foi aí que comecei mais a sério”.

A primeira vez que Sofia jogou futebol a sério num campo relvado aconteceu na Futescola de Rio Maior. “Joguei nas escolas e nos infantis, mas era futebol de sete. Quando passei para os iniciados e para o futebol de onze já não podia jogar, limitava-me a treinar e a ver os rapazes a jogar, às vezes com uma lágrima no olho por não poder estar lá dentro do campo”, diz sem azedume.

Mas nem o facto de não ter equipa para jogar futebol de onze lhe tirou a vontade de ser jogadora. Os pais também não a contrariaram na sua vontade. “Os meus pais têm sido impecáveis, sempre me apoiaram e a minha mãe sempre me disse para eu escolher as minhas brincadeiras, que tinha que fazer as minhas opções e dar os meus trambolhões. Dava a sua opinião como mãe, mas sempre no sentido de eu me responsabilizar pelos meus actos”, garante agradecida a jovem futebolista.

Depois veio o futsal, modalidade que Sofia sempre jogou nos clubes que representou. Começou no Alcobertas, passou pelo Clube Desportivo do Cartaxo, Academia Torrejana e Sport Lisboa e Benfica, onde ganhou tudo o que havia para ganhar, e a levou a assinar pelos então campeões de Espanha o Mostoles de Madrid. “Fui para o Mostoles há dois anos. Quando estava no Benfica, jogámos a final da Taça Ibérica e aí dei nas vistas e o clube espanhol contratou-me”. Ao mesmo tempo que jogava futsal nos clubes era presença assídua na Selecção Nacional de Portugal no futebol de onze.

A camisola 9 do Atlético de Madrid

Agora, pela primeira vez, Sofia Vieira vai jogar futebol de onze num clube. Na equipa feminina do Atlético de Madrid. E logo com a camisola com o número 9, o mesmo de Cristiano Ronaldo no rival Real de Madrid. Mas curiosamente, mesmo sentindo que o melhor do mundo “é um pouco nosso” e ter estado entre os 85 mil que estiveram na apresentação, não escolheu o número 9 por isso.

“Reconheço que Cristiano Ronaldo é um dos melhores jogadores do mundo, mas não é o meu ídolo. Na minha formação como futebolista o meu ídolo era o brasileiro Ronaldo, é quem eu guardo no meu imaginário. Foi por isso quando me disseram para escolher um número, escolhi o 9”, diz a jovem Sofia.

Surpreendida com o mediatismo que esta transferência lhe trouxe

“Sentia que o futsal já não me satisfazia. Queria jogar futebol de onze num clube. Na Selecção comecei a jogar com 14 anos. Foi o professor Nuno Cristóvão que me convocou pela primeira vez, e até hoje nunca deixei de ser chamada, às vezes, com muita pena minha não podia vir, mas estive sempre nos planos da seleccionadora”, referiu Sofia Vieira.

Foi, aliás, por causa da Selecção Nacional que Sofia Veira nunca se desligou do futebol de onze. A seleccionadora Mónica Jorge conhece-a desde que ela apareceu no Clube Portugal, e sempre percebeu que tinha nela um trunfo importante.

O Atlético de Madrid acabou também por surgir por aí. “A directora desportiva do Atlético sabia, por intermédio de pessoas amigas, que eu queria apostar no futebol de onze. Pediu vídeos dos jogos da Selecção Nacional e acabou por me fazer uma proposta para assinar por um ano. Sei que é um risco para ela e para o clube, mas eu estou aqui para trabalhar e provar que não vai ser por falta de empenho que não vou triunfar”, garante a jovem jogadora que gosta de jogar a médio centro.

“Estou muito surpreendida com o mediatismo à minha volta. Até já dei autógrafos. Tudo porque o nome do Atlético de Madrid pesa e abre portas e novos horizontes. E garanto que vou com vontade para trabalhar e brilhar no futuro. Não quero desiludir quem apostou em mim”, diz a jovem futebolista.

“Nem Cristiano Ronaldo nem Simão Sabrosa, sou mais Deco”

Sofia Vieira joga habitualmente a médio centro na Selecção Nacional. “Sou o que se chama uma número 10”. Mas no Atlético de Madrid vai jogar com a camisola 9, o mesmo número de Cristiano Ronaldo, e vai jogar no mesmo clube de Simão Sabrosa. Mas é sempre mais comparada a Deco.

“Acho que a minha maneira de jogar se identifica mais com a forma de jogar do Deco. Somos ambos de estatura baixa, actuamos na mesma posição e temos sobretudo uma excelente visão de jogo. Usamos mais a técnica do que a velocidade”, analisa Sofia Vieira, avessa a fazer comparações.

Aliás o encontro com Simão já está marcado para o Estádio Vicente Calderon. “Assinei mesmo no estádio. É impressionante, visitei todas as instalações e fui logo entrevistada para o site do clube, e ficou logo marcado uma reportagem comigo e com o Simão”. Sofia está entusiasmada com o encontro.

Nos últimos dias Sofia recebeu ainda a boa notícia de que vai ter como companheira de equipa no Atlético de Madrid, a sua amiga Edite Fernandes. “Edite é uma grande jogadora e uma grande companheira, foi muito bom ela ter vindo para o Atlético. As duas juntas vamos fazer grandes coisas pela equipa”, garantiu.

Estudos e adaptação a Madrid não foram fáceis

Sofia Vieira foi para o Mostoles com um contrato de dois anos, a adaptação não foi fácil. “Fui também para estudar. Não sabia falar castelhano e o primeiro ano foi mesmo muito difícil. Dei comigo muitas vezes a pensar voltar a Portugal. Resisti e afinal tudo parece estar a dar certo”.

O primeiro ano foi mesmo muito difícil. “Estou a tirar o curso de educação física na Universidade de Madrid. Já estudava cá em Portugal e a mudança para Espanha não foi nada fácil. Foi um ano meio perdido, não consegui toda a papelada a tempo e tive que parar. Só não foi completamente perdido porque aproveitei para aprender a falar e escrever castelhano. Aprendi sozinha, comprei uns livrinhos e fui falando com as pessoas e por isso o segundo ano já foi muito melhor. Passei para o terceiro ano e tudo se conjuga para vir a terminar o curso em Madrid”, diz com algum orgulho.

“Sei que não vai ser uma tarefa fácil. Mas estou preparada para tudo. Não somos profissionais, estudamos de manhã e treinamos à tarde. Tenho tempo para tudo, até para aceitar a proposta que o clube me fez para treinar uma equipa feminina de escolinhas. O que muito me agrada e se enquadra nos estudos universitários”, garante Sofia Vieira que ainda não sabe se vai optar pela carreira de treinadora de futebol. “Faltam-me dois anos para acabar o curso e de certeza que vou ficar ligada ao desporto. O desporto é a minha vida”.

O apoio dos pais e o choro dos avós

O apoio dos pais e avós tem sido determinante para a carreira de Sofia Vieira. “Dos meus pais tenho recebido todo o apoio possível, só assim tenho conseguido levar por diante a minha carreira de futebolista”. A jovem médio do Atlético de Madrid destaca mesmo o apoio da mãe. “Tem sido uma mãe impecável. Para além do apoio para eu seguir as minhas opções, está sempre presente quando eu me sinto mais em baixo”.

Aliás a mudança para o futebol de onze ainda mereceu algumas reticências da mãe de Sofia. “Quando lhe disse que ia mudar para o futebol de onze ficou um pouco receosa, mas rapidamente se recompôs e quando soube que ia para o Atlético de Madrid, até ficou de boca aberta”.

Os avós têm uma postura de apoio total. “Os meus avós são uns queridos, sempre gostaram muito de mim. São pessoas da aldeia, muito emotivas. Quando me vêem na televisão a jogar choram como crianças. São uns amores e têm todo o meu amor”.

Fonte: semanal.omirante.pt (via CPM)

Quinta-feira, 23 Julho 2009

Final do Euro sub-19: Suécia vs Inglaterra (sábado, 15h45)

As jogadoras suecas festejaram a vitória contra a França

As jogadoras suecas festejaram a vitória contra a França

Jakobsson brilha na vitória da Suécia (França 2-5 Suécia)

Sofia Jakobsson foi a heroína da Suécia num encontro em que a selecção nórdica deu a volta ao marcador e bateu a França, após prolongamento, numa emocionante meia-final disputada em Mink. As suecas carimbaram, assim, a passagem à final, no próximo sábado, frente à Inglaterra.

Vitória notável
A selecção francesa parecia caminhar para a sua sexta final do Campeonato Europeu Feminino de Sub-19, quando Charlène Sasso, com um remate de primeira, fez o 2-1 para a sua equipa, à passagem do 68º minuto. No entanto, a Suécia voltou a mostrar que nunca se dá por vencida. Depois de ter já virado o resultado nos seus dois derradeiros encontros da fase de grupos, a selecção sueca repetiu o feito. Jakobsson marcou pela terceira vez em três jogos, aos 86 minutos, restabelecendo a igualdade e levando a decisão do encontro para o prolongamento, onde as pupilas de Calle Barrling estiveram melhor e garantiram a vitória com mais dois tentos de Jakobsson – que desta forma elevou para cinco a sua contagem individual no torneio – e outro de Jennifer Egelryd.

Penalty desperdiçado
A França dispôs de mais posse de bola durante longos períodos do encontro, contudo teimava em falhar no último passe e não conseguia fazer valer a sua superioridade. A Suécia aproveitou e fez a selecção gaulesa experimentar um pouco do veneno que viria a provar no final da partida, ao inaugurar o marcador na primeira ocasião em que chegou com perigo à baliza adversária, decorria o minuto 24. Emelie Lövgren surgiu sem marcação ao segundo poste e rematou para o fundo das redes. As francesas, campeãs em 2003, reagiram e acentuaram a sua pressão. Marina Makanza esteve perto do golo do empate antes de Sasso ver um seu remate em arco desviado para cima da trave pela guardiã sueca. Do respectivo pontapé de canto, contudo, acabou por surgir a igualdade. Charlotte Bilbault e Sasso combinaram bem e serviram Fanny Tenret, que não deu hipóteses à desamparada Susanne Nilsson. Dois minutos antes do intervalo, a França poderia ter ganho vantagem, quando Sasso foi derrubada por Lövgren dentro da grande área sueca, mas na conversão da respectiva grande penalidade, Makanza acertou no poste.

Jakobsson recompensada
Makanza não teve muito tempo para se redimir, visto que Degrange procedeu a algumas alterações após o intervalo. Mas o padrão de jogo não se alterou no arranque do segundo tempo, com as francesas a pressionarem a defesa sueca, até que, por fim, viram o seu esforço recompensado. Adeline Rousseau conquistou a bola e serviu Sasso que, de primeira, bateu Nilsson. O jogo parecia decidido, mas a Suécia – campeã há uma década – teria ainda a última palavra.

“Hat-trick” para recordar
A França tinha-se mostrado muito segura em termos de jogo corrido durante o tempo regulamentar, mas um erro abriu uma brecha para Jakobsson, que não perdoou e tocou a bola para fora do alcance da guarda-redes Laëtitia Philippe, levando a decisão da partida para o prolongamento. Nos 30 minutos extra, as suecas dominaram as operações e a ponta-de-lança do Umeå IK voltou a marcar logo nos segundos iniciais, na sequência de um bom passe de Heimersson. Egelryd, de cabeça, elevou para 4-2 no 100º minuto e Jakobsson selou o triunfo aos 117 minutos, completando o seu “hat-trick” com um remate certeiro à boca da baliza.

As inglesas golearam as suíças

As inglesas golearam as suíças

Inglaterra astuta destroça Suíça (Inglaterra 3-0 Suíça)

Inglaterra 3-0 Suíça
Toni Duggan bisou e fez a assistência para o outro golo, dando o apuramento à Inglaterra para a final do Campeonato Europeu Feminino de Sub-19 pela segunda vez em três anos, graças a uma vitória convincente por 3-0, frente à Suíça.

Golo de Christiansen
Depois de a Inglaterra ter vivido um período inicial conturbado, Duggan começou a dar nas vistas quando fez o golo inaugural, aos 28 minutos. Foi a autora do passe para o segundo tento, facturado por Isobelel Christiansen, colega de equipa no Everton LFC, antes do intervalo, e apesar dos esforços de Ramona Bachmann, a primeira presença da Suíça nas meias-finais estava destinada ao fracasso. Duggan aumentou ainda mais a desilusão das adversárias pouco depois do recomeço, mas para a Inglaterra – que persegue o seu primeiro título –, tudo se resume à final de sábado.

Inglaterra precavida
O jogo tinha principiado a um ritmo frenético, sem que nenhuma das equipas concedesse espaço ao adversário. Depois de ter visto o que este “onze” da Suíça – sem Jehona Mehmeti, de fora devido a lesão – fez à Alemanha na semana passada, a Inglaterra assumiu uma abordagem cautelosa. No entanto, era complicado conter o ímpeto de Bachmann por muito mais tempo, e esta efectuou um remate potente para excelente defesa de Rebecca Spencer. A guardiã voltou a destacar-se no canto subsequente, agarrando a bola e lançando um contra-ataque rápido, que terminou com Christiansen a rematar para defesa de Pascale Küffer.

Nobbs em evidência
Foi um sinal do que estava para vir. Apenas o fora-de-jogo assinalado impediu o golo de Duggan, depois de Küffer ter calculado mal a trajectória do remate de Chelsea Weston, mas a jovem do Everton não falhou depois, aproveitando um óptimo passe de Jordan Nobbs, que a deixou isolada. A influência de Nobbs na partida estava a crescer. Foi preciso uma intervenção acrobática de Küffer para impedir que o seu remate em arco entrasse na baliza, e ainda viu um golo ser-lhe anulado, por fora-de-jogo. No entanto, novo tento da Inglaterra era apenas uma questão de tempo, algo que veio a acontecer à beira do intervalo, quando um canto cobrado na direita iludiu toda a gente e encontrou Duggan ao segundo poste. A número 9 fez uma assistência primorosa para Christiansen facturar, de cabeça.

Sem sofrer golos
A Inglaterra não tinha sofrido golos nos sete jogos anteriores, e recuperar dois golos parecia muito improvável para a Suíça. Apenas a sempre perigosa Bachmann parecia disposta a dar a volta aos acontecimentos. A número 19 foi sempre uma ameaça constante para a formação inglesa ao longo da partida, apesar de quando escapou à marcação, Spencer se ter revelado uma barreira intransponível na baliza da Inglaterra. O mais perto que Bachmann esteve de marcar foi a nove minutos do fim, quando derivou da direita para o centro e rematou por entre as pernas da guarda-redes, com a bola a embater no poste. No entanto, o sonho ficou totalmente desfeito um minuto depois, com o passe longo de Weston a servir Duggan, que marcou o seu segundo golo. Não fosse novo fora-de-jogo, assinalado a Jessica Holbrook, suplente-utilizada, e o resultado teria sido 4-0. No entanto, a Inglaterra parecia satisfeita com os três tentos conseguidos.

Fonte: uefa

A final entre Suécia e Inglaterra será transmitida pela Eurosport, sábado, às 15.45 horas de Lisboa.

Quarta-feira, 22 Julho 2009

Transferência de Mónica Gonçalves (Odivelas) para o Huelva n’ A Bola

Artigo do jornal A Bola de 22 de Julho de 2009

Artigo do jornal A Bola de 22 de Julho de 2009

A mesma notícia também se encontra no sítio oficial da Federação Portuguesa de Futebol.

Terça-feira, 21 Julho 2009

Mónica Gonçalves (Odivelas) transfere-se para o Huelva (Espanha)

Mónica Gonçalves vai mudar-se para Espanha

Mónica Gonçalves vai mudar-se para Espanha

A extremo-esquerdo do Odivelas, Mónica Gonçalves, já está de malas aviadas para Espanha, onde vai representar o Estudiantes de Huelva em 2009/2010. Aos 21 anos, Mónica vê já reconhecidas as suas qualidades, que ainda encerram muito potencial. Lembre-se que, antes de Helena Costa a ter contratado para reforçar o Odivelas, Mónica actuava numa equipa de futsal, o Águias Unidas. Agora, já é internacional AA portuguesa.

Apesar de sabermos que esta transferência significará a perda de uma grande jogadora para o Odivelas, há que desejar toda a sorte do mundo a Mónica, que não podia recusar uma oportunidade destas, como é óbvio. Será mais uma portuguesa em Espanha (já lhes perdemos a conta…) e é mais um sinal de como o nosso campeonato não é suficientemente competitivo para ter as grandes jogadoras (portuguesas) connosco.

Boa sorte à Mónica e estaremos cá a torcer pelo Huelva na próxima época!

Terça-feira, 21 Julho 2009

Edite Fernandes e Sónia Matias regressam ao 1.º Dezembro… só para a Champions

Sónia Matias representa o Saragoça (Espanha)

Sónia Matias representa o Saragoça (Espanha)

As internacionais AA portuguesas Edite Fernandes e Sónia Matias estão de regresso ao antigo clube, o 1.º Dezembro, mas apenas para disputarem a Liga dos Campeões. Como se sabe, as jogadoras portuguesas estão agora agora vinculadas a clubes espanhóis (Sónia ao Saragoça e Edite ao Atlético de Madrid), mas o regulamento da competição permite que aconteçam estes pequenos ajustes.

Assim, Edite e Sónia vão dar o seu (precioso) contributo ao 1.º Dezembro e é mais que certo que, desta forma, as hipóteses da equipa de Sintra fazer um brilharete são muito maiores, já que a qualidade destas duas jogadoras é indiscutível.

As convocadas do 1.º Dezembro para a fase de qualificação da Liga dos Campeões (que se disputará de 30 de Julho a 4 de Agosto) são as seguintes:

Guarda Redes:

- Carla Cristina;

- Telma Xavier.

Defesas centrais:

- Inês Borges;

- Filipa Francisco;

- Filipa Patão.

Defesas laterais:

- Cátia Relíquias;

- Mónica Mendes;

- Sónia Matias.

Médios centro:

- Filipa Galvão;

- Helga Portugal;

- Sílvia Brunheira;

- Tânia Pinto.

Médios laterais:

­- Andreia Silva;

- Dolores Silva;

- Sofia Venâncio.

Avançadas:

- Carla Couto;

- Carolina Mendes;

- Edite Fernandes.

Boa sorte a todas.